domingo, 19 de julho de 2009

Porque chamo de amigo, o Buda

Eu não tenho outra definição para o sentimento que tenho por este mestre tão valioso.
Eu o admiro tanto, a inteligência, a bondade, o esforço, o exemplo, a abnegação.
Pensar em como ele foi bondoso, em como ele era humilde e em todo amor que ele teve por todos os seres me leva à uma emoção tão profunda que me leva às lágrimas.

No momento em que ele se iluminou, proferiu essas palavras sagradas que pra mim significam muito: "Eu e todos os seres do mundo atingimos a Iluminação ao mesmo tempo".

Ele sabia que a partir do momento que ele se tornou um novo Buda, que o mundo mudaria por isso, que muito sofrimento estava já extinto, que todo o planeta se beneficiaria desse patamar alcançado por um único homem.
Dalai Lama diz que Buda foi um homem que se esforçou muito para chegar a um grande patamar espiritual por compaixão, e é essa determinação que me chama a atenção. Me refugiando nesse grande ser eu tento perceber afinal "o que é o nirvana" ? Afinal o que é a iluminação que provém dos meus esforços em beneficiar todos os seres?
Eu o chamo de amigo, porque ninguém senão um grande amigo me ajudaria tanto a me conhecer como fez o Buda. Ele tem me mostrado, através de seus valiosos ensinamentos e parábolas a ser um homem melhor, a despertar cada vez mais a compaixão, a me conhecer e me trasformar. A entender que tudo que existe, só existe enquanto existe, ou seja, é mutável.
Ele tem me livrado do sofrimento. E quem, senão um grande amigo, é capaz de nos livrar dos sofrimentos?

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